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O que ver / fazer

Fundição Tomarense - Núcleo Museológico

O Núcleo Museológico da Fundição Tomarense, situado no Complexo Cultural da Levada de Tomar, apresenta-se com uma exposição de longa duração, composta por equipamentos, ferramentas e utensílios, que marcam as atividades realizadas nas oficinas de fundição, serralharia e rebarbagem, que funcionaram naquele espaço.

Tomar - Portugal

Museu dos Fósforos

Em Tomar, encontra-se um museu único do género em Portugal e dos mais originais da Europa e do mundo: o Museu dos Fósforos. Aqui se conserva uma coleção superior a 60 mil caixas, etiquetas e carteiras de fósforos doada pelo tomarense Aquiles da Mota Lima ao Município, em 1980. O Convento de São Francisco é composto por dois claustros, e desde o ano de 1989 que um deles acolhe a coleção do Museu. Tudo começou em 1953, a bordo de um navio, onde Aquiles da Mota Lima viajava com destino a Londres, para assistir à cerimónia de coroação da rainha Isabel II. Na viagem, conheceu uma colecionadora americana, a quem prometeu enviar as caixas mais especiais que encontrasse durante as suas viagens. As duas primeiras caixas de fósforos da coleção são, precisamente, alusivas à cerimónia para onde se dirigia. Acontece que Mota da Lima não se limitou a comprar apenas um exemplar, mas sim dois, dando assim início à sua própria coleção. E a partir daí, não mais parou. Com os contributos e empenho de familiares e amigos, assim como através de trocas com outros colecionadores, a coleção alcançou uma dimensão impressionante. Atualmente, o acervo representa cerca de 127 países do mundo e está distribuído por 7 salas recheadas de surpresas e curiosidades que nos levam numa viagem extraordinária à volta do mundo. No presente, o Museu continua a ampliar a coleção através da compra de caixas e através das doações que lhe chegam.

Tomar - Portugal

Casa dos Cubos | Centro de Estudos em Fotografia de Tomar

A recuperação da Casa dos Cubos enquadra-se num projeto de reconversão de uma infraestrutura desativada, de particular relevância social e económica no tecido urbano da cidade de Tomar. Situado no centro histórico, junto às margens do rio Nabão, o edifício foi sujeito ao longo dos tempos a sucessivas serventias e alterações. Originalmente concebida como casa de armazenamento e contagem de produtos agrícolas para pagamento de rendas às ordens religiosas, a Casa dos Cubos foi buscar a sua denominação às antigas medidas de capacidade, o alqueire e o almude, à época correntemente designados como “cubos”. Mais tarde, chegou a ser quartel militar e foi posteriormente adaptado a edifício de escritórios das antigas Fábricas Mendes Godinho. A verdade é que a Casa dos Cubos foi sobrevivendo aos tempos, readquirindo no âmbito do programa Polis um novo papel na cidade: o de Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental. A reabilitação deste espaço num novo equipamento cultural da cidade permitiu que em 2018 o Centro de Estudos em Fotografia de Tomar aqui se instalasse, numa parceria entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Município de Tomar, com vista ao desenvolvimento de atividades de ensino, investigação, formação e demais atividades conexas, nas áreas científica, técnica e artística da fotografia. A Casa dos Cubos dispõe de um espaço de exposições e de uma cafetaria com esplanada com vista para o rio Nabão.

Tomar - Portugal

Central Elétrica de Tomar - Núcleo Museológico

Localizada no Complexo Cultural da Levada de Tomar, a Central Elétrica é um projeto museológico da responsabilidade do Município de Tomar, desenvolvido na continuação das ações de reabilitação e requalificação daquele conjunto arquitetónico industrial, situado em pleno centro histórico da cidade.

Tomar | PORTUGAL

Centro Interpretativo Tomar Templário

Um equipamento interpretativo que através da sua narrativa e das diferentes formas de exposição, incentiva os visitantes a descobrir um território deslumbrante, onde, entre muitos séculos de história, a marca templária é dominante.

Tomar - Portugal

Casa Memória Lopes-Graça

Fernando Lopes-Graça foi um célebre compositor, maestro e musicólogo português, uma personalidade de relevo que marcou profundamente a cultura portuguesa do século XX. Nasceu em Tomar no dia 17 de dezembro de 1906, no nº 25 da Rua Dr. Joaquim Jacinto. Em homenagem ao filho da terra, foi aqui inaugurada, no ano de 2008, a Casa Memória Lopes-Graça, no local onde o compositor nasceu. A Casa Memória funciona como um centro documental e artístico, onde podemos ficar a conhecer melhor a vida e obra deste extraordinário compositor e intelectual português. Na Casa, estão em exposição uma série de objetos pessoais de Lopes-Graça, entre os quais a sua certidão de nascimento, partituras e peças musicais, que testemunham a sua vastíssima obra artística musical. Aqui, os visitantes podem ler livros, consultar documentação e ouvir música. Para além de ter desenvolvido uma sólida carreira musical, Lopes-Graça sempre foi um intelectual opositor do regime fascista e autoritário vigente em Portugal até 1974. Foi por isso alvo de repressão por parte do regime, tendo mesmo chegado a ser preso pela polícia política e chegou a partir para o exílio, em França. Fernando Lopes-Graça é autor de uma rica obra literária com reflexões importantes sobre a música portuguesa e autor de uma obra musical de qualidade ímpar. A casa natal de Fernando Lopes-Graça foi doada à Câmara Municipal de Tomar pelo seu último proprietário, Rui Manuel Dias Costa.

Tomar - Portugal

Núcleo Interpretativo da Sinagoga de Tomar

O edifício da Sinagoga de Tomar foi construído no século XV, sendo o centro principal de toda a comunidade judaica.

Tomar - Portugal

Cine-Teatro Paraíso de Tomar

Antigo teatro reabilitado, que foi o primeiro espaço dedicado ao espetáculo em Tomar. O Cine-Teatro Paraíso reabriu ao público em 2002 e é, atualmente, a principal sala de espetáculos da cidade, com capacidade para 410 pessoas.

Tomar - Portugal

Complexo Cultural da Levada de Tomar

O Complexo Cultural da Levada de Tomar consiste num projeto de requalificação patrimonial de um conjunto de edifícios intimamente ligados à história da produção industrial de Tomar. A Levada é um canal através do qual, no século XII, os Templários desviaram parte do Rio Nabão, para conduzir as águas até ao Açude dos Frades. Este conjunto patrimonial, constituído essencialmente pelos Lagares, Centrais Elétricas e Moagens ao longo do Rio Nabão e no centro histórico da cidade, tem a sua origem no período medieval, atravessa a época moderna e chega até à época contemporânea. Destacam-se os edifícios de antigos moinhos e lagares (que eram alimentados pela energia potencial da água, através de rodas hidráulicas verticais ou de rodas horizontais), as duas antigas fábricas de moagem (testemunhando o uso quer da energia hidráulica, quer da energia elétrica) e uma central elétrica. Quando, em 2011, se deu início à empreitada de reabilitação e requalificação arquitetónica da Levada de Tomar, para fins de salvaguarda, musealização e usufruto cultural, foram identificadas estruturas arqueológicas que documentam a produção de azeite aproximadamente entre os séculos XVI e XIX. Localizado no Complexo Cultural da Levada, a Central Elétrica de Tomar - Núcleo Museológico é um retrato vivo do século XIX, quando a cidade foi uma das primeiras do país a dispor de iluminação pública elétrica. Neste equipamento recorda-se que a Central, inaugurada a 1 de julho de 1901, surgiu com o propósito de fornecer eletricidade às 100 lâmpadas de 16 velas da cidade, e que Tomar foi uma das primeiras cidades do país, depois de Elvas e Vila Real, a dispor de iluminação pública elétrica.

Tomar - Portugal

Núcleo de Arte Contemporânea – Museu Municipal

O Núcleo de Arte Contemporânea – Museu Municipal foi criado em 2004, no seguimento da doação à Câmara Municipal de Tomar, pelo Professor José-Augusto França, de uma parte relevante da sua coleção pessoal, fruto de várias décadas de trabalho como crítico e historiador de arte. O conjunto de mais de duas centenas de obras, entre as quais pinturas, esculturas, desenhos e fotografias, abrange um arco cronológico que se estende de 1932 aos nossos dias. O projeto de adaptação do edifício onde o NAC está instalado é do arquiteto Jorge Mascarenhas e conta com uma área expositiva de cerca de 500m2. No exterior, duas obras de grande dimensão recebem os visitantes: a escultura “Árvore Azul” de José de Guimarães e o painel de azulejos “Modulação Luminosa X” de Eduardo Nery, propositadamente concebidas para o Museu e oferecidas pelos artistas. O acervo do Museu conta com obras de diferentes períodos do século XX. O Núcleo de Arte Contemporânea desempenha um papel de relevo na divulgação da arte portuguesa do século passado, funcionando como uma espécie de compêndio do que se fez em Portugal neste período, na medida em que integra muitas das obras atualmente estudadas nas escolas de Arte.

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